Eber Sander

Entrevista com os escritores

Entrevista com o escritor: Éber Sander

FLI: Conte um pouco sobre você. Quando decidiu escrever? Qual seu gênero favorito e por quê?

Éber Sander: Comecei a escrever desde cedo. Com 12 anos já escrevia para os jornais da minha cidade. Ano após ano, fui melhorando a escrita e a forma de fazer literatura. Em novembro de 2009, lancei meu primeiro livro, o Perguntas Indiscretas. Gosto de ler e escrever crônicas e contos. O bom de ser escritor é que posso ser o que eu quero.

FLI: Fale um pouco da(s) sua(s) obra(s). Como foi escrevê-la? O que mais você gosta nela? O que pretende com a literatura?

Éber Sander: O meu livro “Perguntas Indiscretas” é uma coletânea de contos e crônicas e foi um desafio e um grande prazer escrevê-lo. Gosto da obra como um todo, todo mundo ama o seu “filho” por mais que haja imperfeições em sua obra. Peno que  meu livro também não vai mudar o mundo, mas espero que mude as pessoas. A forma de ver o mundo.

FLI: Sobre seus trabalhos: Qual a importância dele(s) para você? O que significa ser escritor?

Éber Sander: Não vivo da literatura, ser escritor ainda mais iniciante no Brasil é difícil. Mas ninguém disse que seria fácil. Ser escritor é sobretudo, saber transmitir emoções aos leitores. Um livro sem emoção, não merece ser chamado de livro.

FLI: Sobre a FLI: Por que as pessoas deveriam ir? O que você espera deste evento? O que você pretende apresentar no evento?

Éber Sander: A idéia de criar a FLI se deu pela lacuna que existia em Indaiatuba no tocante a literatura. É preciso que os escritores se unam para divulgar seus trabalhos e promover a cultura ao nosso redor. Espero que tenhamos um grande público no 1ª FLI.

FLI: Fale de seus outros trabalhos. O que mais você tem publicado? Quais seus próximos projetos e que recado deixa para publico?

Éber Sander: Estou participante de diversos prêmios e concursos literários espalhados pelo país. Além disso, estou escrevendo minha segunda obra. Certamente será lançada no primeiro semestre de 2011.

Gostaria de convocar os amantes da literatura para passar bons momentos conosco no dia 20 de novembro, tenho convicção que será um grande evento e que entrará no calendário cultural de Indaiatuba.

Livro(S): Perguntas Indiscretas e outros contos e crônicas

Editora: Berto

Número de páginas: 80

Site Oficial:

www.ebersander.wordpress.com

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Entrevista com o escritor: Moacir Torres

FLI: Conte um pouco sobre você. Quando decidiu escrever? Qual seu gênero

favorito e por quê?

Moacir Torres: Sou Moacir Torres, Ilustrador , cartunista e escritor. No começo escrevia as minhas HQS, depois comecei a escrever histórias infantis com meus personagens. Meu gênero favorito é o Infantil e Juvenil.

FLI: Fale um pouco da(s) sua(s) obra(s). Como foi escrevê-la? O que mais você

gosta nela? O que pretende com a literatura?

Moacir Torres: Participei de Duas coletâneas: Um Olhar Sobre Indaiatuba (Pró-Memória) e Grandes Escritores do Interior de São Paulo ( Ed. Novo Autor-SP) e os livros infantis: Gabi no Paraíso das Crianças, O Caipirinha e Seu Porquinho (Pingo de Luz), O Pintinho e a Minhoca (Escala-SP) e Gabi e o Pé de Ameixas (EMT). Todos esgotados.

FLI: Sobre seus trabalhos: Qual a importância dele(s) para você? O que significa

ser escritor?

Moacir Torres: Para mim o escritor deve transportar para os livros a magia de seus pensamentos.

FLI: Sobre a FLI: Por que as pessoas deveriam ir? O que você espera deste

evento? O que você pretende apresentar no evento?

Moacir Torres: Sempre tive vontade de realizar algo parecido em Indaiatuba, cheguei até comentar com amigos. Acho um evento de suma importância para nossa cidade, pois a população precisa conhecer seus escritores e artistas.

FLI: Fale de seus outros trabalhos. O que mais você tem publicado? Quais seus

próximos projetos e que recado deixa para publico?

Moacir Torres: Meu trabalho é de ilustrador e desenhista de HQS, tenho alguns projetos para 2011.

Site Oficial: www.estudioemt.com.br

www.editoraemt.com.br

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Entrevista com o escritor: Raphael Albuquerque (Raphael O Lord)

FLI: Conte um pouco sobre você. Quando decidiu escrever? Qual seu gênero favorito e por quê?

Raphael Albuquerque: Eu sou Raphael Albuquerque Cavalcanti Novaes, residente da cidade de Campinas, interior de São Paulo. Sou escritor e Fisioterapeuta.

Decidi escrever quando tive uma grande desilusão no mundo das HQs, quando eu ainda estava no curso. Depois disso, nunca mais desenhei, perdendo assim, todo o “gosto” pela arte dos quadrinhos. Quando isso aconteceu, eu tinha 18 anos.  O motivo pelo qual abandonei o curso de HQ foi pela desmotivação que meu professor me deu.

Certo dia perguntei a ele como faria para me realizar um grande desenhista. Ele me respondeu que meu trabalho só teria reconhecimento do México para cima, ou seja, Estados Unidos. Naquela época eu não tinha a menor condição de tentar algo no exterior, então me senti totalmente desmotivado, no caminho errado. Na semana seguinte encerrei o curso, e nunca mais desenhei.

Desde o ano 2000, o RPG (jogo de mesa), foi algo constante em minha vida, e é até hoje! (risos). Entre um jogo e outro, meus amigos sempre elogiavam minhas histórias para o jogo, a trama e a profundidade dos personagens. Com isso, a cada dia, passei a me sentir mais motivado a escrever histórias para o nosso casual jogo de RPG. Lembro-me que na naquela época eu não tinha computador, e todas minhas sagas eram escritas a mão. Eu tinha dúzias de pastas, cadernos, folhas e etc. com meus “arquivos”.

Um belo dia, um amigo me aconselhou a escrever um livro. Inventar sagas baseadas nos nossos jogos e outras inéditas. Então, por volta do ano 2002 ou 2003, comecei a escrever minhas sagas. No começo fiquei super empolgado, contei para todos que estava escrevendo um livro e que a história seria bem legal. Mas não demorou muito para as criticas aparecerem.

Muitas pessoas não acreditavam no meu potencial. Principalmente os meus familiares, coisa que me entristeceu muito. Diziam coisas do tipo:  “Vê se cresce”; “Isso não dá futuro” e muito mais que é bom nem lembrar. (risos).

Logo minha auto-estima sobre o assunto “acabou” e parei de escrever.

Mais alguns anos se passaram e um grande amigo (Dodo), me apresentou um podcast chamado Jovem Nerd. Ele mostrou-me o episódio 80, que falava sobre o livro que o escritor Eduardo Spohr havia escrito A Batalha do Apocalipse.

Fiquei pasmado quando ouvi o podcast, a saga do livro do Eduardo seguia o mesmo tipo de literatura que eu estava escrevendo, e esse foi o gatilho que ativou toda minha ânsia de escrever. Voltei imediatamente a escrever minhas histórias e o livro e não parei até hoje.

Eu escrevo e leio qualquer gênero, eu não saberia escolher um preferido, mas os quais mais me identifico é ficção e fantasia.

FLI: Fale um pouco da(s) sua(s) obra(s). Como foi escrevê-la? O que mais você gosta nela? O que pretende com a literatura?

Raphael Albuquerque: As duas obras que tenho lançadas no mercado são contos. Escrevê-las foi um prazer que jamais havia sentido antes, pela primeira vez eu estava escrevendo como profissional, para publicação. Eu não poderia errar, não poderia falhar.

Adorei a forma como tratei os personagens nesses dois contos que publiquei, e toda a trama por trás deles.

O que pretendo com a literatura não é nada mais do que cativar cada pessoa que leia o que escrevo. Fazer com que ela sinta o que quero passar, tocá-la com as palavras.

FLI: Sobre seus trabalhos: Qual a importância dele(s) para você? O que significa ser escritor?

Raphael Albuquerque: Meus trabalhos foram a chave mestra para mostrar-me o quanto as pessoas que não acreditavam em mim estavam erradas, e para mostrar o quanto eu estava certo a respeito de mim mesmo. Com eles pude crescer como escritor e pensar como tal.

Ser escritor não é só escrever frases bonitas ou histórias fabulosas. Ser escritor vai muito além do que essas características físicas.

Ser escritor é saber expressar seus sentimentos num pedaço de papel e transmitir aquele significado para outra pessoa e fazer com que a mesma sinta aquilo que foi transmitido. É colocar sua um pedacinho de sua alma naquele conto ou história. É ser reconhecido por aquilo que você faz com amor e dedicação, não para si, mas para o leitor.

FLI: Sobre a FLI: Por que as pessoas deveriam ir? O que você espera deste evento? O que você pretende apresentar no evento?

Raphael Albuquerque: As pessoas deveriam ir até a FLI para sentir-se mais próximas de um mundo desconhecido e cheio de aventuras, nesse lugar elas conhecerão centenas de pessoas com gostos diferentes, seria como provar um banquete.

Espero que nesse evento as pessoas possam despertar vontades que à tempo já estão adormecidas. Que aquela vontade de ler se aflore de vez. Que os leitores possam conhecer os escritores que por lá estiverem, que experiências possam ser trocadas e outras novas aprendidas.

No evento, apresentarei meus livros, meus planos para o futuro e toda a bagagem que tenho de experiência no meio literário.

FLI: Fale de seus outros trabalhos. O que mais você tem publicado? Quais seus próximos projetos e que recado deixa para publico?

Raphael Albuquerque: Além de minhas publicações em Antologias, também disponibilizo outros contos inéditos no meu blog Bardos Trovadores. No site é possível encontrar, além de contos, matérias sobre eventos, escritores, livros e muito mais.

Atualmente estou trabalhando com meu livro solo que pretendo terminá-lo em Dezembro ou até no máximo em Janeiro e publicá-lo ainda no primeiro semestre de 2011.

Ao publico deixo a seguinte mensagem:

Nunca, jamais dêem ouvidos as pessoas que tentam colocar dificuldades em seu caminho, ou tentem desiludir seus sonhos. A única pessoa que pode transformar o seu sonho em realidade é você mesmo.

Não se deixe abater por pessoas que não acreditam em você ou no que você faz. Acredite em você mesmo e nas pessoas que te apóiam, pois a pessoa prudente esconde sua sabedoria, mas os tolos anunciam a sua própria ignorância.

Livro(S):

Draculea O Livro Secreto dos Vampiros

Metamorfose A Fúria dos Lobisomens

Editora: ALL PRINT

Número de páginas:

Draculea: 157 pg

Metamorfose: 200 pg

Site Oficial:

http://www.bardostrovadores.blogspot.com

Sinopse:

Draculea: Romênia, 1456. Um grande cavaleiro cristão torna-se temido agente contra os turcos. Conhecido pelos romenos como Vlad Draculea, o filho do dragão, empalava cruelmente seus derrotados inimigos. Considerado pelos oponentes e próprios súditos a encarnação do demônio, devido aos atos de crueldade cometidos contra ambos. Como esse servo da Igreja transformou-se no mais sanguinário entre os homens de sua época? Quais segredos guardou por tantos séculos? Em 1897, o escritor irlandês Bram Stoker inspirou-se em Vlad e criou a personagem principal do romance ‘Drácula’, popularizando o mito do vampiro. Seriam apenas fragmentos da imaginação criativa de um escritor? Ou há uma verdade oculta nesse relato? Quais mistérios eles escondem por gerações? Veja em ‘Draculea – O Livro Secreto dos Vampiros’, uma antologia de contos de alguns dos melhores autores do gênero organizada pelo escritor Ademir Pascale.

Metamorfose: Poderia uma maldição mudar o rumo da história da humanidade? Por que há tantos relatos dos homens lobos em épocas e lugares diferentes? Publius Ovidius Naso (43 a.C – 17 d.C) escreveu a obra Metamorphoses, na qual cita as transformações de homens em animais, incluindo o rei Licaão em lobo. Ovidius influenciou William Shakespeare, John Milton, Dante Alighieri, Benjamin Britten, Cruz e Silva e tantos outros ao longo de dois milênios. Aventure-se nestas páginas, mas tenha cuidado ao lê-las nas noites de lua cheia.

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Entrevista com o escritor: José Oliveira

FLI: Conte um pouco sobre você. Quando decidiu escrever? Qual seu gênero favorito e por quê?

José Oliveira: Nasci em Cruzeiro do Sul – PR. Há 14 anos moro na cidade de Indaiatuba – SP, desde pequeno sempre gostei de inventar histórias e “brincar” com violão e Contra-baixo, na adolescência comecei a escrever minhas histórias inventadas e compor musicas. Mas só depois da faculdade de Letras, pensei em publicar minhas histórias, tão logo publiquei o meu primeiro livro “O Réu dos Sonhos” (2008) e depois “Amargo Pecado” (2010), ambos pela Editora Novo Século. Meu gênero favorito é o romance; iniciei minha vida de leitor com os livros do Moacyr Scliar, meu autor preferido e minha grande influência literária.

FLI: Fale um pouco da(s) sua(s) obra(s). Como foi escrevê-la? O que mais você gosta nela? O que pretende com a literatura?

José Oliveira: O Réu dos Sonhos conta a história de um jovem sonhador, — Diôni —, que embora seja rico, sonha com o que o dinheiro não pode comprar. Em paralelo com a busca do jovem devaneador, exponho as fraquezas e fortalezas de seres humanos, retrato as ambições, verdades, mentiras e a sabedoria em personagens distintos. Amargo Pecado é um romance com tons dramáticos, narrado em primeira pessoa; conta a vida de Héron, um homem que está isento de fazer escolhas no presente porque perdeu este direito por suas escolhas e atos incosequentes no passado. Justa censura por sua imprudência. Hoje o que interessa a ele é se redimir de seus erros e ver uma única vez, a filha. Há 22 anos espera por isso. Escrevê-los foi descobrir um novo mundo. E o que mais gosto deles é a autenticidade que dei a cada um. O que quero com a literatura é o mesmo que qualquer escritor: ser lido e reconhecido.

FLI: Sobre seus trabalhos: Qual a importância dele(s) para você? O que significa ser escritor?

José Oliveira: São importantes porque fazem parte de um sonho de muito tempo que vem se consolidando cada vez mais, é muito bom ver os sonhos que se pareciam impossíveis se tornarem realidade depois de tanta luta e esforço. Ser escritor significa estar presente na vida das pessoas sem saber quem elas são, é um lance meio que inexplicável com uma pitada de magia.

FLI: Sobre a FLI: Por que as pessoas deveriam ir? O que você espera deste evento? O que você pretende apresentar no evento?

José Oliveira: Que este evento seja o primeiro de muitos, e será. As pessoas terão a oportunidade de conhecer escritores da cidade e região. Um evento literário é algo que recomendo para que as pessoas compareçam, falo isso como leitor e não como escritor, porque os livros mudaram a minha vida. Tudo que tenho a oferecer será um bom bate-papo e meus livros que estarão disponíveis. Espero que o dia 20/11/2010 seja marcante para os escritores e leitores que farão parte de um evento inédito na cidade.

FLI: Fale de seus outros trabalhos. O que mais você tem publicado? Quais seus próximos projetos e que recado deixa para publico?

José Oliveira: Tenho finalizado dois livros, um deles é infatojuvenil e outro é um romance, há um terceiro projeto que estou gostando muito que é um livro infantil em parceria com meu filho Max André. Ainda não sei qual deles apresentarei à editora em 2011. Para o publico: aos que não conhecem o meu trabalho, a FLI será uma oportunidade, aos que conhecem, deixo o convite para que venham prestigiar os escritores promissores que estarão no evento. Valeu pelo simpático bate-papo!

Livro(S):

“O Réu dos Sonhos” (120 Pág.) – “Amargo Pecado” (220 Pág.)

Editora: Novo Século

Site Oficial:

www.autorjoseoliveira.comwww.autorjoseoliveira.blogspot.com

Sinopse:

“O Réu dos Sonhos”: O Réu dos Sonhos conta a história de Diôni, um rapaz de família rica que vive na busca incansável por aquilo em que acredita. Seus sonhos estão longe da realidade daqueles que estão ao seu redor, mas o jovem devaneador é incentivado por seu avô, homem que não acredita na existência de sonhos impossíveis. Assim como todo indivíduo, pobre ou rico deste mundo, o rapaz enfrenta seus desafios, encara todos os obstáculos, descobre ao longo de sua busca que, além de perseverança, o homem tem que ter fé e paciência para realizar todos os seus sonhos, sejam eles quais forem, estejam onde estiverem. Além da lição da busca O Réu dos Sonhos também mostra muitas coisas que estão bem diante de nossos olhos e que até então não percebíamos. Retrata conflitos familiares, a ambição sem limites do homem, a discussão sobre a vida em si, o homem em geral, tudo em uma linguagem simples, às vezes com passagens picantes, cotidianas e outras muito bem humoradas — retrata a glória das conquistas que alguém pode conseguir ao longo de sua vida.

“Amargo Pecado”: Não acredite quando lhe disserem que tudo que se planta colhe; pois muitos podem invadir a sua plantação. Não faça nada no presente que possa te causar arrependimento ou vergonha no futuro. Amargo Pecado conta a vida de Herón, um senhor que plantou muito na juventude e que, em seus plantios e colheitas, envolveu sem piedade sua família e alguns inocentes. Hoje ele se arrepende, assume sua vergonha e quer recuperar o tempo perdido. Mas o tempo não espera por ninguém, muito menos por ele que está há 22 anos sem poder fazer nada que possa aliviar a dor que causou ou consertar os estragos que provocou. A cada ação ruim, sua boca o avisava, lhe causando um gosto terrível e amargo. Mas ele, orgulhoso, insistiu no Amargo Pecado. Aqui leitor, o seu presente é o futuro.

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Entrevista com a escritora: Débora Novaes de Castro

FLI: Conte um pouco sobre você. Quando decidiu escrever? Qual seu gênero favorito e por quê?

Débora Novaes de Castro: Desde muito cedo descobri essa veia literária, pois ainda menina e adolescente,  costumava escrever textos em prosa e poesia que apresentava em forma de teatro, convidando as Irmãs do Colégio São Vicente de Paulo(São Paulo-Capital) para comporem a platéia.Nessa época escrevi meu primeiro  livro de poemas: uns quadrados de cartolina com poesias datilografadas por mim mesma, com capa desenhada e colorida a lápis de cor. Nessa mesma época, ginasiana interna, incentivada por um dos professores, Prof. Leone, a Gazeta Penhense do Bairro da Penha, Capital de São Paulo.  publicava meus primeiros poemas, nos idos de 195l.  Daí a vida seguiu seu rumo construindo sonhos, derrubando diques, firmada num Deus soberano, Senhor absoluto da vida e Maria, fui deixando marcas pelo caminho. Na Literatura,prosa e poesia; contudo a linguagem poética evidencia-se com mais frequentemente.

FLI: Fale um pouco da(s) sua(s) obra(s). Como foi escrevê-la? O que mais você gosta nela? O que pretende com a literatura?

Débora Novaes de Castro: Meu  primeiro livro Gotas de Sol – Poemas ilustrados (1984); Depois, Sonho Azul (1986); e assim seguiram-se outros e outros… o penútimo 100 Haicais Brasileiros – Haicais (2008), numa especial homenagem aos 100 anos da Imigração japonesa no Brasil. Neste ano, a última publicação Mares Afora…, lançado na 21ª Bienal Internacional do Livro-2010 – São Paulo. A razão de minhas publicações?  É permear ao leitor sonho e realidade, imagens e aconchegos, pedras e flores, crença e descrença, é caminhar lado a lado a realidade da vida.

FLI: Sobre seus trabalhos: Qual a importância dele(s) para você? O que significa ser escritor?

Débora Novaes de Castro: Ser escritora é um dom divino e, como tal, tenho procurado tecer a minha rede com fios de  sabedoria, paz, amor, crença, cumplicidade, solidariedade.

Débora Novaes de Castro: Não vivo da literatura, é certo;  mas ela é meu abrigo, meu eldorado, meu anelo, minha alvorada, meus sinos de natal, minha água cristalina, meu porto, minha vida…

FLI: Sobre a FLI: Por que as pessoas deveriam ir? O que você espera deste evento? O que você pretende apresentar no evento?

Débora Novaes de Castro: É mais uma oportunidade para que nossa literatura seja mostrada, conhecida, apreciada… é mais uma oportunidade para que se conheçam escritores e seus possíveis leitores… é mais uma oportunidade de valoração da cultura e nela a nossa literatura… é mais uma oportunidade de mostrar que na cidade de Indaiatuba a literatura rasileira e reconhecida, prestigiada e difundida…. No evento, pretendo mostrar e oferecer meus dois últimos Livros: 100 Haicais Brasileiros (2008), homenagem aos 100 anos da Imigração japonesa no Brasil e  Mares Afora… Poemas – Trovas – Haicais (2010)

Débora Novaes de Castro: A idéia de criar a FLI, por Éber Sander, foi salutar, bem chegada, propiciosa, esplêndida, turística e de grande valia para o conceito cultural de Indaiatuba.

FLI: Fale de seus outros trabalhos. O que mais você tem publicado? Quais seus próximos projetos e que recado deixa para publico?

Débora Novaes de Castro: Sou professora-mestre, artista plástica, pesquisadora da Linguagem poética dos haicais no Brasil (Mestrado Puc-SP), palestrante. Ministro cursos e oficinas em arte e literatura. Livros: prosa infanto/juvenil, poesia, trovas, haicais.  Estou participando do Prêmio Literário Biblioteca Nacional 2010, com o Livro Mares Afora… (2010). Distinções: Comendas, Títulos de personalidade cultural, Troféus, Medalhas (em arte e literatura, no Brasil e Exterior.).

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Entrevista com o escritor: Luis Fumio

FLI: Conte um pouco sobre você. Quando decidiu escrever? Qual seu gênero favorito e por quê?

Luís Fumio: Meu nome é Fumio Ozaki, nascido em Piedade, estado de São Paulo, a 11 de fevereiro de 1961, adotei Itu para seu aprendizado educacional e profissional. Sou atualmente consultor de empresas e pessoas e advogado, e como tal, trabalho como consultor empresarial e assessor jurídico. Ministro palestras de Motivação Pessoal e Profissional, Trabalho em Equipe e Chefia e Liderança dentre outros temas. Em meu sexto livro (este, o primeiro a ser editado), surgiu a idéia pelo recurso que utilizo em minhas palestras, ilustrando-as com historias, estórias, contos, lendas, metáforas, parábolas e mensagens para melhor entendimento dos ouvintes, característica esta, que ajudam a assimilar as idéias transmitidas.

FLI: Fale um pouco da(s) sua(s) obra(s). Como foi escrevê-la? O que mais você gosta nela? O que pretende com a literatura? 

Luís Fumio: Neste livro, estão contidas histórias, estórias, metáforas, parábola, lendas e mensagens que reuni ao longo de muitos anos, através de livros, e-mails e pesquisas que fiz, devido ao trabalho como consultor de empresas, especificamente na área de recursos humanos, onde me defrontava com problemas de todos os tipos. Decidi então, reunir numa obra que imaginei, pudesse ser um livro de cabeceira, onde as pessoas pudessem de imediato, buscar um alento, um conforto e quiçá, inspirar uma solução para suas aflições diárias, pois, em algum lugar eu li que mensagens podem tocar a nossa mente, o nosso coração, a nossa alma e ensinar, corrigir erros, iluminar o coração, fornecer um abrigo psicológico, promover mudanças e curar feridas.

FLI: Sobre seus trabalhos: Qual a importância dele(s) para você? O que significa ser escritor?

Luís Fumio: Ser escritor e publicar um livro, além de ser uma missão, nos dá a oportunidade de divulgar idéias e ajudar pessoas. Acredito que todo escritor tem o ideal de transmitir uma mensagem em suas obras que ajudem pessoas em algum momento de suas vidas, seja através de qualquer gênero de comunicação e estilo que utilize.

FLI: Sobre a FLI: Por que as pessoas deveriam ir? O que você espera deste evento? O que você pretende apresentar no evento? 

Luís Fumio: A cultura e o conhecimento são os pilares mestres da evolução humana e eventos dessa natureza, ajudam de algum modo a divulgar novos pensamentos e idéias, alem de, incentivar novos escritores que estarão a disposição de todos, para compartilhar suas experiências com o publico em geral.

FLI: Fale de seus outros trabalhos. O que mais você tem publicado? Quais seus próximos projetos e que recado deixa para publico?

Luís Fumio: Estou atualmente, desenvolvendo trabalhos em comunidades religiosas diversas na questão da auto-ajuda e em escolas publicas para, através de seus programas como amigo da escola e da família, a melhorar o relacionamento famílias, alunos e professores; motivando-os para atingirem um objetivo comum. Além disso, continuo desenvolvendo trabalhos de consultoria e assessoria jurídica em empresas da região, o que tem ajudado muito na divulgação do meu trabalho literário. O próximo livro terá seguirá a mesma linha, entretanto, voltada a área profissional.

Livro(S): “O garimpeiro de emoções”

Editora: Ottoni Editora

Número de páginas: 252

E-Mail:

luis_consultoria@hotmail.com

Sinopse: Mensagens podem tocar a nossa mente, o nosso coração, a nossa alma e ensinar, corrigir erros, iluminar o coração, fornecer um abrigo psicológico, promover mudanças e curar feridas. Cada página deste livro, resgata emoções, muitas vezes adormecidas e raras pessoas não se emocionam em cada linha lida, e não por acaso, o titulo “O garimpeiro de emoções”, faz jus a este trabalho de garimpagem de preciosidades que nos remetem a devaneios e verdadeiros momentos de nostalgia e uma infinidade de emoções.

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Entrevista com os escritores: Gerson Benhur Firmino e Valdete Luiz de Oliveira

FLI: Conte um pouco sobre você. Quando decidiu escrever? Qual seu gênero favorito e por quê?

G.B e V.O: A escrita nos acompanha tal como a leitura, mas há um momento na vida em que nossa alma deseja corporificar as idéias, dores e alegrias comungadas em silêncio com autores das obras que lemos. O “Eu imortal” marca esse instante.

Nosso gênero favorito transita entre a poesia, o romance e a artigos científicos.

FLI: Fale um pouco da(s) sua(s) obra(s). Como foi escrevê-la? O que mais você gosta nela? O que pretende com a literatura?

G.B e V.O :“Eu imortal” surgiu a partir de duradouras conversas a cerca da existência humana. “O que é bem, mal; certo, errado?; Quem sou eu?; Por que penso o que penso?; Que multiplicidade de Eus se encontram em mim?” Questões reflexivas nos levaram a buscar respostas no sacrário da mente e do coração . Ledo engano! Na busca pelas respostas encontramos novas indagações que nos  permitiram lançar um olhar oblíquo para a vida. O que mais gostamos na obra é a maneira como o Mestre ensina o discípulo, por insinuação.

Com a literatura queremos entender melhor o sentido das nossas vivências e compartilhar essa magia com os leitores.

FLI: Sobre seus trabalhos: Qual a importância dele(s) para você? O que significa ser escritor?

G.B e V.O: A importância do trabalho literário está em produzir prazer,compartilhar idéias e provocar nossos pensamentos.

Ser escritor ou leitor – pois todo escritor é antes um leitor – é uma maneira de entender a vida, é olhar para a alma humana por meio de um supermicroscópio.

FLI: Sobre a FLI: Por que as pessoas deveriam ir? O que você espera deste evento? O que você pretende apresentar no evento?

G.B e V.O : Uma Feira Literária é uma janela por onde o mundo entra e torna as pessoas mais afetivas, sonhadoras e mais dispostas às novas idéias. Quer razão melhor para ir a uma Feira Literária?

Esperamos e acreditamos que o evento será um espaço de entretenimento, e também de viagem para outros tempos e lugares.

FLI: Fale de seus outros trabalhos. O que mais você tem publicado? Quais seus próximos projetos e que recado deixa para publico?

G.B e V.O: Nosso próximo projeto está começando a respirar e nele continuaremos mergulhando nos recônditos da alma humana. É lá que se encontra nosso “Eu”.

Livro(S): “Eu imortal”

Editora: Novo Século

Número de páginas: 250

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Entrevista com o escritor Wallace Fauth:

FLI: Conte um pouco sobre você. Quando decidiu escrever? Qual seu gênero favorito e por quê?

Wallace Fauth: Nasci no Rio de Janeiro e moro há 13 anos em Campinas. Formado em Letras, decidi escrever muito antes de gostar de aulas de Português. A vida me levou a passar tardes inteiras numa casa que não era minha, esperando o tempo passar. Eu tinha uns doze anos. Nessa casa havia uma máquina de escrever (Remington Ipanema). Levinha, eu a colocava no colo e uma magia estranha tomava conta de mim quando via minhas próprias mãos dançando sobre as teclas. Foi meu pedido de presente de Natal. Nunca mais parei de brincar nas teclas…

FLI: Fale um pouco da(s) sua(s) obra(s). Como foi escrevê-la? O que mais você gosta nela? O que pretende com a literatura?

Wallace Fauth: Escrever a primeira obra foi um misto de prazer e terror. Até então eu escrevia crônicas e alguns contos que permanecem guardados porque não acredito neles. Arrisco-me na poesia, mas não me sinto bem ainda. O romance, no entanto, desceu sobre mim, dominando-me. Cheguei a pensar: ou escrevo isso, ou nunca mais ponho minhas mãos num teclado para contar uma história. A temática era pesada e passei um pouco mal durante as pesquisas, mas no fim a coisa saiu. Nada pretendo com a Literatura. O que fico sempre a me perguntar é: o que a Literatura quer comigo? Pois esta pequena vive a atormentar-me com seus chamados. Sinto dificuldade em começar, porque é sempre mexer com entranhas, mas trata-se de algo do qual não posso fugir. Digamos que seja impossível dizer não, apesar de eu viver tentando me esconder por aí, fingindo que nem é comigo.

FLI: Sobre seu trabalho: Qual a importância dele para você? O que significa ser escritor?

Wallace Fauth: A importância do meu trabalho é ele não ter importância alguma. Nada melhora no mundo. Não há contribuição palpável. O que faço é transmitir algo que percebo, que chega até mim sem que eu convide e acaba transformando-se em uma história. Penso que isso um dia chegará a algumas mãos certas, mas não sei a que ou a quem se destina. É um trabalho parecido com uma construção. Depois de pronto o edifício, talvez nem seja para eu morar nele. Ser escritor é mais ou menos isso, trabalhar com prazer sobre algo que não será mais seu.

FLI: Sobre a FLI: Por que as pessoas deveriam ir? O que você espera deste evento? O que você pretende apresentar no evento?

Wallace Fauth: É importante haver eventos como esse, sobretudo valorizando artistas locais e desconhecidos para desfazer aquela imagem dos livros didáticos de que o escritor é aquele ser etéreo, sério por detrás dos óculos, sisudo e com cara de intelectual. Que as pessoas vejam o escritor como um artista comum, um pintor, um tocador de viola, um bom cozinheiro, alguém que nos tira por uns instantes dessa realidade superficial e nos mostra que o que vemos, escutamos e sentimos é apenas a ponta de um iceberg de uma vida mais real e duradoura: a vida completa, sem cortes, com todas as escuridões, medos e outras humanidades.

Espero desse evento essa informalidade calma de uma boa primeira vez. E que esse sentimento de paz ultrapasse a cidade de Indaiatuba e tome conta de todos os lugares desse nosso Brasil. Espero apresentar essa paz.

FLI: Fale de seus outros trabalhos. O que mais você tem publicado? Quais seus próximos projetos e que recado deixa para público?

Wallace Fauth: Além do romance inicial, publiquei um livro de crônicas contando histórias inacreditáveis fruto de uma convivência de dois anos com meu avô, uma figura improvável. Fora isso, mantenho um blog onde exponho alguns estados de alma, sem obrigação de constância. É onde exercito o que chamo, agora, de literatura crua. Trechos de coisas que me aparecem e que exponho sem escrúpulos e sem maiores trabalhos. Um dia isso pode vir a ser publicado em livro. Não sei.

Quanto a um recado para o público… Leia! Mas leia sem nenhuma pressa. Leia não como se o mundo fosse acabar amanhã, mas como se o mundo tivesse acabado ontem e só restassem agora você e seu livro. Deguste as palavras como quem contempla um belo horizonte.

Livros:

“amortebeijoparasempe” (209 p.) – “Uma mensagem ao mundo: Crônicas do Velho Alvino” (145 p.)

Editora: BaraúnaSite Oficial:

http://fauth.blogspot.com/

Sinopse:

“amortebeijoparasempre”:

Narrado em primeira pessoa, o romance trata de diversos aspectos da sociedade contemporânea, sobretudo no que diz respeito a esse estranhamento humano que estamos a viver em pleno séculoXXI: falta de amor, banalização da morte, individualismo. Com uma linguagem ágil e bem humorada, a psicologia sombria de Dimas, o narrador-personagem, vai surgindo aos poucos, levando o leitor a repensar as bases do amor, ao tocar em temas como machismo, violência sexual, necrofilia e idealização da mulher. amortebeijoparasempre é intrigante desde o título, em que amor, sensualidade, morte e eternidade são apresentados em uma unidade semântica, demonstrando, logo de início, os caminhos que serão percorridos nessa estranha história. Após a leitura deste livro, muitas questões permanecerão flutuando no espírito do leitor, tais como: o sexo; a eternidade do amor; os relacionamentos muitas vezes já mortos, mas sem atestados de óbito; o masculino e o feminino levados às últimas consequências; os amores condicionais e incondicionais. Enfim, uma obra em que romance, eternidade e terror esbarram-se em uma linha limítrofe escrita com tanta verdade e sem receios que, por isso mesmo, torna-se de rara beleza.

“Uma mensagem ao mundo: crônicas do velho Alvino”:

Urbi et Orbi. Alfabeto Universal UMMAº MENSAJEN AO MUNDO sobre a ESKRITA-FONEEMIKA. Por uma GRAMATTIKA DOUTRINARIA. KURSO DE LINGUAS(Portughez – Alemão).

Assim começa um dos tantos folhetos produzidos por seu Alvino, o Velho. Com sua caligrafia de Profeta Gentileza, que pregava o amor escrevendo nas laterais dos viadutos do Rio de Janeiro, seu Alvino foi um gênio mal aproveitado. Foi capaz de desenvolver uma teoria fonética tão boa quanto a de Ferdinand de Saussure, pai da ciência Linguística. Só que com um pequeno detalhe: 100 anos depois. Isso nos leva a crer que, caso o Velho fosse dado ao estudo de cientistas mais antigos, chegaria a teorizações capazes de realmente “botar fogo no mundo”, como ele sonhava, um dia, fazer. Criava panfletos com toda sorte de assuntos de interesse da humanidade: escrita fonêmica, cura da AIDS, combate ao câncer, sistema político, sistema milesimal e por aí vai. Nas laterais desses panfletos, escrevia o valor a ser cobrado: 500ª parte do salário mínimo do Brasil (tinha que especificar o país, claro, pois o Velho há muito já pensava o mundo globalizado). E avisava: só venderemos mil exemplares! Ou seja, era pegar ou largar.  Neste livro, o leitor irá conhecer mais a fundo as características do Velho Alvino a partir das divertidas crônicas narradas pelo autor que, graças a alguns anos de convivência mais próxima com essa figura excêntrica, pode, agora, brindar-nos com um pouco do pensamento e do comportamento pitoresco de seu Alvino, o Velho.

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Entrevista com o escritor Antonio da Cunha Penna:

1 – Comecei efetivamente a escrever aos 51 anos, incentivado por uma amiga que publicou num jornal de Itupeva, uma crônica, onde eu reclamava por ter sido barrado ao tentar visitá-la num momento (para ela) impróprio.

O meu gênero favorito é o conto, mas, escrevo crônicas e cometo meus poemas.

2 – No meu primeiro livro “Só dói quando dou risada”, reuno crônicas sarcásticas, mas, bem humoradas. O Segundo, “Nos tempos do Bar Rex”, foi baseado em história oral. É um apanhado de como foi ser jovem nas décadas de 1950/60 em Indaiatuba.

Como leitor tiro da literatura puro prazer. Como escritor, é para mim exercício de criatividade, realização pessoal e já até me deu alguma graninha.

4 – A FLI é uma boa iniciativa, que pode ser o embrião de algo bem maior. Será uma boa oportunidade para se fazer contato com o leitor, razão principal do ofício de escrever. O escritor quer e precisa ser lido.

5 – No momento trabalho em um livro de contos natalinos. São 10 estórias curtas de natal, nada piegas e/ou edificantes.

Recado para o público? Que aprenda gostar de ler.

  1. Agradeço à organização do Evento literário !ªFLI de Indaiatuba,uma feliz oportunidade de congraçamento escritor/leitor e outros seguimentos culturais, ao Prefeito da cidade que certamente está apoiando esse feito cultural, e especialmente ao escritor Éber Sander pelo honroso convite.
    Débora Novaes de Castro
    São Paulo – SP

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